quinta-feira, 2 de abril de 2009

Fast Pass

Hello there everybody!
Hoje é dia de falar sobre este maravilhoso recurso Disney, o fast pass, e das babaquices que eu brasileiramente fazia com eles.

Bem, pra inicio de conversa, sou obrigado a explicar a todos vocês pobres-mortais-que-nunca-foram-a-Mickeylândia o que é o tal do fast pass. Como o próprio nome diz, o fast pass é um "passe rápido", que te permite furar as filas quilométricas (embora menores que as da Caixa Econômica) de algumas atrações. Mas lembrem-se: 1 por ingresso por atração.

Esse aí é tal fast pass, e não, e essa daí não é a tal da minha mão.


Pois bem, de posse desse maravilhoso item, que pode ser adquirido de hora em hora para atrações aleatórias em um lugar específico, pude furar diversas filas repletas de americanos gordos (pleonasmo??) que ficavam me encarando com um misto de raiva do tipo "Why this fucking latin is skipping the line? He is a FUCKING latin!" e inveja, afinal, na entrada da fila deles tava escrito "Waiting time: 1h 23min from this point" e a nossa tava "Waiting time: 0h 12min" from this point.

Até aí tudo bem, se nós, como bons brasileiros, não resolvessemos brasileirar a parada (cada qual a sua maneira): ao invés da galera ir com calma, quase que com vergonha de estar meio que "furando a fila" como os americanos prefeririam, o povo ia correndo, gritando e rindo feito uns macacos recém desjaulados. Um entusiasta poderia pensar "tudo bem, eles tão felizes, aqui é legal demais mesmo e tal" até perceber que a galera saia do brinquedo e entrava na fila do fast pass de novo!!! Fora isso (como se diz, sentando no próprio rabo pra falar do rabo dos outros) nos meus dias mais inspirados eu ia cantando:

Eu tenho fast pa-aasss, lalalalalala

to furando a fiiii-laa, nananananana

Pode achar ruim, eu num to nem aí

Quando eu voltar, ce ainda vai estar aí

nananananana

E pra num dizerem que eu estou mentindo segue a prova abaixo:



Paloma, Júlia, Cissa e Bárbara (com seu modesto óculos de US$ 346,00 + taxes), com seus 938743876386 fast passes.

Pelo menos foi divertido! Até a próxima!

terça-feira, 31 de março de 2009

Enquanto isso, no Epcot....

Pessoas Boas! Voltei!

Essa história é boa, aconteceu comigo e com o André (meu irmão). Bem, estavamos no Epcot Center (esse mesmo, da bola prateada), andando pelos stands dos países, quando resolvemos almoçar. Diante das dezenas de opções, todas caras, decidimos que iriamos comer na China.

O stand da China é muito bonito, e pra compôr, só chinês trabalha lá. Só que ao invés de pastel, caldo-de-cana, eletrônicos pirilâmpicos e óculos falsificados, existe um fast food chinês e um monte de tranqueira made in china com cara de mickey comunista, além de contursionistas olímpicas de 5 anos e equilibradores de prato que volta e meia se apresentam no pátio principal.

Pequena amostra da miscelânea de tranqueiras que conquistam turistas do mundo inteiro (e que estão superfaturadas em 2000%....)!


Mas voltemos ao assunto: chegamos famintos ao balcão chinês onde todos estão sorrindo (da sua cara de turista idiota) e escolhemos o prato. Eu escolhi um frango com laranja e arroz ao vapor (delicioso) e o Dedé (licensa poética) escolheu uma sopa de sei la o que com macarrão, que tava boa também.

E os PORQUEIRAS dos chineses continuavam rindo... Um virava e falava qualquer coisa, e todo mundo ria. Eu pensei esses putos tão rindo de MIM! Vou me vingar (uahuahauhauauahau)! Português pra eles é a mesma coisa que chinês é pra mim: um monte de barulho engraçado. Virei pra uma das chinezinhas lá e disse: - Pô mais você é uma gracinha, hein? E aí, Rola? - e pra evitar a cara de estranhamento, ri depois. E o que acontece quando um estrangeiro fala com o outro e o outro não entende mas vê sinais de simpatia?? Hein? Uá, ele ri de volta! E o André segurando as calças pra num rir! E eu continuei, sorrindo com cara de amável - cês são um trem de doido hein, num quer casar comigo e ir pro Brasil não?

Eu sei que o André não se aguentou! Aí dei tchau em inglês mesmo e, na hora de sair do restaurante ainda soltei mais uma: - Falo, bando, qualquer dia vejo ocês no shopping Oi! See Ya!!



André, Fernanda e Marcela com cara de jacu fazendo as famosas posições do Kung Fu "Macaco Manco", "Carpa com Torcicolo" e "O Tigre de Bengala".

E eles lá continuaram lá rindo com cara de pastel e dando tchau!! (Que ódio....!)

Um abraço!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

French Toasts with Bacon

Pessoas boas!

Tava lembrando hoje de uma série que eu e o Dedé (http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=13723570376796839045) estavamos filmando, "Direto pro coração!", e só pra num dizer que não conto nenhuma mancada minha, hoje vai uma!

Mas antes, devo lembrar-lhes que a história que virá poderia ter acontecido com qualquer um, inclusive você, intrépido leitor, que se acha à prova de balas.

Estava eu pirilâmpico (!) no All Star Movies Resort curtindo tudo que os EUA oferece de melhor (entre camas box, chão limpo, eletrônicos chineses e carros japoneses) e, pela manhã fui, chiquérrimo, tomar um breakfast na central distribuidora de rangos do hotel (ao lado do frontdesk, onde os imbecis américo-porto-riquenhos perderam a encomenda de minha amiga Nandão - conto depois). Chegando lá (pirilâmpico, não se esqueçam!!), inglês treinado e ensaiado, fui escolher que [ironia] delícia americana [/ironia] ia segurar minha onda até a hora do almoço em algum parque que eu ia visitar no dia (que até então não sabia e hoje já não me lembro).
Olhei o cardápio e, revivendo meus sonhos de moleque sessão da tarde, de comer torradas com bacon nos EUA, achei o que eu (achava que) queria: french toasts with bacon. Putz, parecia apetitoso na foto, como tudo na Mickeylândia!! Fui direto, e ainda meio que convenci meus dois irmão a fazerem o mesmo. Fique mega empolgado quando a mulher gritou pra cozinha:

- French toasts with bacon! three!

Aí beleza, né, fiquei lá uma cara esperando. Começou a demorar e eu estranhei, afinal, torradas são rápidas de serem feitas. De repente, vi três pratos chegando, e uma das atendentes o abriu e começou a polvilhar alguma coisa em cima das torradas. Aí eu pensei "peraí, em cima de torrada, geralmente, vai manteiga!". Me virei a ela e disse:

- Hey, what's this? What are you doing?

- Suggar. - disse com a cara mais lavada do mundo. Daí eu pensei 9em menos de um segundo: " Vééééi!!! Essa doida tá jogando AÇUCAR no meu pão!!!". Aí eu desesperei:

- Stop!! STOP!! No suggar, please, HEY! NO SUGGAR!!! Thank you!

Mas um pão já tinha sido "estragado" (pensava eu). Pensei, "ah, vai pro Filipe! ele curte açucar". Pegamos, pagamos e fomos para a mesa. Foi indescritível quando abri o prato e percebi que a torrada, na verdade, era uma merda dum pão frito, engordurado e DOCE!!! Tava 7 dólares mais pobre e com uma RABANADA na mão! dei duas mordidas e joguei a parada no lixo, impossível comer... o Filipe, que é o Filipe, não conseguiu encarar tudo também. No fim das contas, fomos com fome pro parque... ou seja, se fudemo total, e em inglês! (Traduzindo: Fucked ourselves indeed!!)

Moral da história: é bacana, em terras gringas, perguntar do que é feito o rango antes de pedi-lo. No fim das contas as sobras do nosso rango provavelmente viraram comida de esquilo...

Por hoje é só, abraço!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Teorias Mickeyavélicas de Conspiração - Parte 1

Na Disney tudo é, sobretudo, lindo e arrumado. E de Plástico. Cada centímetro dos parques foi planejado para o deleite visual dos gringos e gringas do mundo inteiro que, por sua vez, deixam toneladas de comida e lixo pelas lixeiras e - por que não admitir? - pelo chão. Ainda assim, um enorme exército de paladinos importados da limpeza (importados sim! Do México, Porto Rico, China e Tupiniquinlândia (Brasil)) gasta seu sangue e suor para manter tudo perfeito. Fiquei imaginando o destino destas toneladas de porcaria adocicada/apimentada/sem gosto e fiquei mais incomodado ainda com a ausência de insetos, ou mesmo alguns animais que curtem futricar as lixeiras de vez em quando.

Por outro lado reparei, em todos os parques (inclusive os não Disney, tipo Busch Gardens e tals) a presença de fofos e adoráveis esquilos importados (maior barato!) que pululavam os parques alegrando os turistas com sua mania de pegar coisas no chão, no lixo, nas lojas, no teto, enfim, onde era possível, e fugir carregando a tal coisa. Eu nunca havia visto esquilos silvestres tão à vontade em meio a humanos, ainda mais agindo desta maneira. Enfim, achei que isso também fazia parte do espetáculo pastelão do Mickey Mouse.

Os dias se passaram e eu fiquei encucado com a tal história. Quer dizer: milhões de toneladas de lixo produzidas todos os dias + nenhum bicho exceto os tais esquilos... consultei o oráculo, alguns membros da ex-URSS e sites chineses piratas, e cheguei a seguinte tese:

Walt Disney, na sua preocupação perfeccionista eterna de construír sua própria wonderland, percebeu que jamais ficaria livre dos negativamente vistos ratos, animaizinhos que se aproveitam (e como!) de grandes ideais da engenharia capitalista (leia-se: construção-de-coisas-gigantes-que-fazem-as-pessoas-consumirem-sem-dó-tudo-o-que-vêem-pela-frente) para perpetuar sua espécie. A Mickeylândia seria o lugar perfeito para o novo quartel general deles. Mas o que esses pobres animaizinhos não esperavam é que o grande Walt (meu chegado), além de ser um grande visionário, era bastante entendido de ratos (afinal o que ele criou se tornou o mais famoso do mundo, oras...). Assim, associou-se a cientistas nucleares incopreendidos - estavam em tempos de guerra fria na época da construção, lembrem-se - e em uma determinada noite, subeteram toda a região da Disneyworld a uma radiação nuclear (não vou contar qual, hahahahah!!!) que fez com que todos (inclusive todos) os ratos (abomináveis, indesejados, enfim, nojentos) se tornassem graciosos esquilinhos. Só que o Walt não conseguiu que eles pensassem como esquilos.

A treta foi tão bem feita que hoje todos acham que os esquilos são um toque mágico a mais no parque, e apesar de agirem como ratos, revirando lixo e interagindo com a gringolândia, atraem flashes de todos os rincões do mundo.

Prova disso é foto do "esquirrato" tirada no Sea World:







Com a ajuda das mais modernas tecnologias (paint), foi elaborada essa montagem, que nos da pistas sobre o feito de Walt e revela a relevância da minha teoria (uhauhauha revela?), e embora eu não tenha (imediatamente, aqui, no trampo) uma foto deles agindo como ratos, fica a dica pra quem visitou ou vai visitar algum dia a Disney: a perfeição tem um preço, e aquelas gracinhas de esquilos (Risada maléfica: huahuauahaua!!!) não são o que todos acham que são...

Abraços a todos,

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

De Bobs....

Lá nos EUA, as estradas são muito boas, planas e sem curvas... dessas que nem fazem o Buzão sacolejar - e que por isso dão um sooooono....

Pois bem, depois de sei lá quantos parques, a galera já tava destruída (mas feliz! rs...) e cada um mantinha-se desmaiado em sua respectiva poltrona. Eu, no auge da minha hiperatividade (e gripe), quando num tava batucando ou assoviando, tava tentando vender um pica-pau pra alguém (um fracasso, a Cissa que o diga). Aí volta e meia e pegava e dizia bem alto:

- Galeeeeeeeeraaaa!! Cês viram quem tá lá fora??

Ninguém respondia (óbvio), mas alguns curiosos até olhavam. Aí eu dizia:

- É os EUUUUUAAAA galera!!!

Só umas três pessoas riam - mas paciência - pensava eu. Vai só eu to impressionado de estar a milhões de quilômetros de casa....

Aí de boa. Uma semana depois, fui butecar com alguns (ex) coleguinhas de Mickeylândia, daí as historinhas surgiram, tals, ai eu comentei com o pessoal da frase e tals, e eis de repente me vira a Bruna e pergunta:

- Mas ou, tipo assim, quem é Zeua?

Nuh, eu quase dobrei de rir!! Entendi porque a piada num tava funcionando! Ela entendeu eu falando: É o Zeuuaaa!!!

Depois explicamos a ela que o Zeua na verdade era os EUA - (merece letras garrafais, todos falando juntos) ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA!!!

Só isso (mals ae Bruna), história contada, abraços a todos!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Verdade seja dita...

Por acaso vocês (fantasmas) se perguntaram de onde veio o tal do "Bom diaeeeee"??

Pois é, antes de ficarem gritando alegremente aos quatro cantos do orkut (msn, mundo! - whatever...), sinto-me obrigado a revelar-lhes umas das pegadinhas mais bem feitas na história da Tia Eliane.

O que parecia um saudavel e acalorado cumprimento de buzão era, na verdade, um protesto que eu (zinho) e o Junior bolamos para brindar o (mau) humor dos nossos queridos guias nos primeiros dias. Estavamos lá no Vitórios, um restaurante brasileiro (tipo de estrada US$ 15,00 com refri) mas que é um oasis em meio a tanta porcaria - leia-se junk food - americana, comentando as nossas peripécias em solo estrangeiro até que chegamos ao mau humor dos guias, incompatível com a terra do Mickey. Enfim, mudamos de assunto e eis que resolvo contar uma piada do Joãozinho (aquele mesmo, o famoso!!), Ei-lá:

A professora chega na turma e diz:
-Bom dia turma!
-Bom diaEEEE!
A professora fica meio confusa sobre "EEEE".
No dia seguinte ela fala de novo:
-Bom dia turma!
-Bom dia.
-Ué?cadê o "EEEE"?
-É que o joãozinho falto professora...
-É?Então amanhã quando eu dar bom dia ninguém fala nada,ta bom?
-ta bom professora.
No dia seguinte a professora fala:
-Bom dia turma.
Então apenas o joãozinho responde:
-Vai se fudEEEE!!!

A piada estava pronta: combinamos de um gritar "Bom dia" e o resto (eu e mais uns gatos pingados que tavam no restaurante) reponderia "bom diaeeeee!!!".

No dia seguinte foi batata, e não é que a moda pegou? Foi aeee pra todo lado, a viagem inteira, e até hoje pelos orkuts por aí...

O que era uma piadinha infame acabou se tornando um dos lemas do grupo, que acabou se integrando mais, ao passo que o bom humor dos guias finalmente apareceu, e eles se tornaram ótimos!

No final era tudo aee, muita alegria e muita amizade!! E nós finalmente caímos nas graças dos guias, que se tornaram grandes amigos!

No fim das contas é isso, boa noite aeeeee para todos! (sem a piadinha dessa vez!! rs)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Em quanto isso, em Tampa...

Então Pessoas (imaginárias da minha cabeça), como vão?

Tava aqui no trampo fazendo hora, ouvindo um Hotel Costes (mara demais!), e resolvi dar uma dica pra vocês a partir de uma historinha básica:

Estava eu no aeroporto de Tampa procurando uma livraria pra ver se encontrava o livro que haviam me encomendado (os americanos são tapados, e o sistema de organização deles não é diferente - "o que não parece com o dono é roubado" - e claro, não achei), e perguntei pra uma coleguinha de excursão se ela havia visto alguma. Para a minha surpresa, ela (achou que) tinha visto uma e me indicou o caminho. Segui as instruções e cheguei ao Starbucks (http://www.starbucks.com.br/pt-br/), uma famosa loja de café americana. Dois segundos depois (fuso horário é phoda!) percebi o equívoco: minha mate, no auge de sua boa vontade e de seu inglês não tão bom assim, confundiu buck com book. Ri demais!

Moral da história: se você vai pros EUA, dê uma treinadinha antes, leve um dicionário, sei lá, só num paga pato lá não porque se os brasileiros acham graça, os americanos quase morrem de rir...

No fim das contas, fiquei sem o livro, com a piada, e talvez sem uma amiga... (putz...)

Abraço a todos,

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Bom diaaaeeeeee!

Respeitável Público! Crianças de todas as idades!

Está no ar o blog que vai contar as histórias do Magic 1 (aeee) na Mickeylândia, e exibir algumas fotos. Meanwhile, vou (vamos) dar algumas dicas aos guests de primeira viagem para evitar alguns pastelões e perrengues que passamos em terras estrangeiras.

De prima, adianto que ir a Disney não é um programa para pobres, pães-duros ou índios, já que tudo lá é lindo e caro. Ah, e a língua oficial é, sem dúvida, o Portunhol.

Bem galera, por enquanto é só (to escrevendo do trampo...)

abss,